Refletindo O último Adeus - Carta 9

CARTA 9 – O ADEUS

Algumas ocasiões em nossas vidas envolvem um difícil adeus, nos exigem coragem, força e muita superação.

Ao perdemos alguém, quando o deixamos ir, a sensação de vazio, de escuridão, como se uma porta se fechasse diante de nós e se estivéssemos diante do fim do mundo.

A resposta à perda varia de pessoa para pessoa, o tempo e a forma como cada pessoa vive seu luto depende de vários fatores como a relação com o ente querido que partiu, suas crenças, apoio familiar e personalidade.

Durante o curso natural de luto, existem algumas sugestões que poderão ajudar a passar pelo processo: libertação emocional, o apoio e ir assumindo a realidade da situação são coisas que ajudarão.

Faz –se necessário entender que “deixar ir” é um ato de coragem insuperável, porque não conseguimos viver preso à dor e ao sofrimento.

Na partida de “nosso” alguém devemos “deixá-lo ir”, “libertá-lo” de nossos apegos e que esse adeus permita que ele siga sua nova jornada em paz e nós também sigamos adiante, sem esquecermos o que foi deixado para trás, mas sendo corajosos para sorrir de novo.

Precisamos dar tempo ao tempo. Provável nada volte a ser como antes, mas diferente, não significa necessariamente ruim. Essencial entendermos que a vida continua e podemos dar um passo rumo a novas situações.

Apegar-se a fé, seja ela qual for, pode ajudar muito neste difícil momento dando a certeza de que a morte é apenas uma passagem, e o reencontro é inevitável, tornando esse “adeus” um simples até breve.


E é morrendo que se vive para a vida eterna!


Por LarissaRezende


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